Kubik é um músico da Guarda com início do percurso artístico em 1998. A sua música é descrita pela crítica como "visionária, experimental e com forte imaginário cinematográfico", explorando o cruzamento musical original entre a eletrónica (cut'n'paste), o rock, o jazz, a clássica, a música de cartoons, pop e world music. Em 1999, ganhou 4 Prémios Maqueta de Revelação Musical, e em 2001, com a edição do primeiro álbum, "Oblique Musique" (Zounds Records), o jornal Público considerou-o "Melhor Disco Original de 2001". Tocou em 2004 na Aula Magna na primeira parte do grupo Fantômas de Mike Patton, a convite do próprio. Em 2003 iniciou uma série de 10 composições musicais originais para cinema mudo e projetos de cine-concertos apresentados pelo país. Em 2005 edita o segundo álbum, "Metamorphosia", considerado pela crítica um dos melhores discos portugueses do ano. Fez ainda música para dança contemporânea, teatro, performance e exposições. Tocou ao vivo na Casa da Música, Teatro Rivoli, Teatro Viriato, Cinema São Jorge, Festival Paredes de Coura, ZDB, FNAC, Aula Magna, TMG, e diversos festivais de música eletrónica. Colaborou com Adolfo Luxúria Canibal, Old Jerusalem, Kenji Siratori, entre outros. O seu último registo de originais é "Rock Extravagança" (2016), edição de autor, e a última criação musical original para teatro é "O Poeta em Nova Iorque" pelo TEatroensaio (2023).